Ela dança um sorriso morno
E canta com o passo aguado
O seu choro rebola seu corpo
Num copo, o pouco do agrado
O seu futuro apresenta o passado
Onde o tenro enrijece o doce
Pois o assunto conflita com o pacificado.
É um fardo e, que se isso não houvesse,
Não poderia aqui poesia ter chegado
Para tão somente falar do seu requebrado
Estampado em seu sorriso rouco
Tudo, parco e louco, portanto: encantado.
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