quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O só riso dança


 



 

Ela dança um sorriso morno

E canta com o passo aguado

O seu choro rebola seu corpo

Num copo, o pouco do agrado

O seu futuro apresenta o passado

Onde o tenro enrijece o doce

Pois o assunto conflita com o pacificado.


 

É um fardo e, que se isso não houvesse,

Não poderia aqui poesia ter chegado

Para tão somente falar do seu requebrado

Estampado em seu sorriso rouco

Tudo, parco e louco, portanto: encantado.


 


 


 


 


 

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